Mostrando postagens com marcador Tipos de Energia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Tipos de Energia. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Gás Natural

O gás natural é composto por uma mistura de hidrocarbonetos leves (metano, etano, propano, butano e outros gases em menores proporções) que submetido à temperatura ambiente e pressão atmosférica permanece no estado gasoso. É uma fonte energética encontrada na natureza em duas formas distintas. Ele pode ser obtido em jazidas e através da queima de biomassa (bagaço de cana-de-açúcar). 

Gás natural encontrado nas jazidas: Está diretamente associado ao petróleo. Constitui reservas finitas, e, conforme pesquisas,caso se mantenha o ritmo de consumo médio da última década, as jazidas de gás natural terminarão em 100 anos. Essa fonte energética agride menos o meio ambiente que o petróleo e o carvão mineral. No entanto, por ser de origem fóssil, sua combustão contribui para o efeito de estufa. 
Gás natural encontrado através da queima da biomassa: este por sua vez é um combustível renovável, sua utilização é menos impactante e os custos econômicos são menores. 

As tubulações responsáveis pelo envio de gás natural das fontes produtoras até os consumidores recebem o nome de gasoduto. O Brasil possui o gasoduto Bolívia – Brasil. São tubulações de diâmetro elevado, operando em alta pressão que transportam gás natural da Bolívia (produtor) para alguns Estados brasileiros (consumidores).
Depois de tratado e processado, o gás natural pode ser utilizado nas indústrias, residências, automóveis e comércio. Nas indústrias, sua utilização ocorre, principalmente, para a geração de eletricidade. Nas residências, o gás natural é usado para o aquecimento ambiental e de água. Nos automóveis, essa fonte energética substitui os combustíveis (gasolina, álcool e diesel). No comércio, sua utilização se dá principalmente para o aquecimento ambiental. Atualmente a utilização do gás natural corresponde a 18% do consumo energético mundial. Com a descoberta do pré-sal no Brasil, estima-se que dobrará o quantidade gás natura.

Fontes:
http://www.brasilescola.com/geografia/fontes-gas-natural.htm
Postado por: Brenda Leidens

Biomassa


A biomassa (massa biológica) é a quantidade de matéria orgânica produzida numa determinada área de um terreno.
Do ponto de vista da geração de energia, abrange os derivados recentes de organismos vivos utilizados como ou para a produção de combustíveis.
Este termo tem sito muito utilizado nos últimos anos, em função das preocupações relacionadas às fontes de energia. A biomassa é capaz de gerar gases que são transformados, em usinas específicas, em energia.
A biomassa é utilizada na produção de energia a partir de processos como a combustão de material orgânico produzida e acumulada num ecossistema, porém nem toda a produção primária passa a incrementar a biomassa vegetal do ecossistema.
Parte dessa energia acumulada é empregue pelo ecossistema para a sua própria manutenção.
            A renovação da biomassa ocorre através do ciclo do carbono. A queima da biomassa ou de seus derivados provoca a liberação de CO2 na atmosfera. As plantas, através da fotossíntese, transformam esse CO2 nos hidratos de carbono, liberando oxigênio. Assim, a utilização da biomassa, desde que não seja de forma predatória, não altera a composição da atmosfera.
Um dos primeiros empregos da biomassa pelo ser humano para adquirir energia teve início com a utilização do fogo como fonte de calor e luz. O domínio desse recurso natural trouxe ao homem a possibilidade de exploração dos minerais, minérios e metais, marcando novo período antropológico. A madeira do mesmo modo foi por um longo período de tempo a principal fonte energética, com ela a cocção, a siderurgia e a cerâmica foram empreendidas. Óleos de fontes diversas eram utilizados em menor escala. O grande salto da biomassa deu-se com o advento da lenha na siderurgia, no período da Revolução Industrial.
Algumas vantagens da biomassa são: Baixo custo de aquisição; não emite dióxido de enxofre; as cinzas são menos agressivas ao meio ambiente que as provenientes de combustíveis fósseis; menor corrosão dos equipamentos (caldeiras, fornos); menor risco ambiental; recurso renovável; emissões não contribuem para o efeito estufa; menor poder calorífico; também poderia criar empregos pois plantas menores poderiam ser usadas.
Entre as principais desvantagens está: menor poder calorífico; maior possibilidade de geração de material particulado para a atmosfera. Isto significa maior custo de investimento para a caldeira e os equipamentos para remoção de material particulado; dificuldades no estoque e armazenamento; ineficiente se forem usadas plantas pequenas; também poderia ser um contribuinte significativo para o aquecimento global pois o combustível tem baixo índice de contenção de calor.

Fontes: http://pt.wikipedia.org/wiki/Biomassa
http://www.suapesquisa.com/pesquisa/biomassa.htm
http://energiabiomassa.com/energias-renovaveis/o-que-e-a-biomassa/
http://www.brasilescola.com/geografia/biomassa.htm
http://www.dee.feis.unesp.br/usinaecoeletrica/biomassa/conceito.htm

Postado por Luiza Aline Cossul

Energia Hidrelétrica


A energia hidrelétrica é a obtenção de energia elétrica através do aproveitamento do potencial hidráulico de um rio. Para que esse processo seja realizado é necessária a construção de usinas em rios que possuam elevado volume de água e que apresentem desníveis em seu curso.
A força da água em movimento é conhecida como energia potencial, essa água passa por tubulações da usina com muita força e velocidade, realizando a movimentação das turbinas. Nesse processo, ocorre a transformação de energia potencial (energia da água) em energia mecânica (movimento das turbinas). As turbinas em movimento estão conectadas a um gerador, que é responsável pela transformação da energia mecânica em energia elétrica.
Atualmente, as usinas hidrelétricas são responsáveis por aproximadamente 18% da produção de energia elétrica no mundo. O investimento inicial e os custos de manutenção são elevados, porém, o custo do combustível (água) é nulo. No Brasil, mais de 95% da energia elétrica produzida é proveniente de usinas hidrelétricas.
Apesar de ser uma fonte de energia renovável e não emitir poluentes, a energia hidrelétrica não está isenta de impactos ambientais e sociais. Os principais impactos ambientais ocasionados pelo represamento da água para a formação de imensos lagos artificiais são: destruição de extensas áreas de vegetação natural, matas ciliares, o desmoronamento das margens, o assoreamento do leito dos rios, prejuízos à fauna e à flora locais, alterações no regime hidráulico dos rios, possibilidades da transmissão de doenças, como esquistossomose e malária, extinção de algumas espécies de peixes.
Um rio não é percorrido pela mesma quantidade de água durante o ano inteiro. Em uma estação chuvosa, é claro, a quantidade de água aumenta. Por isso são é feita a construção de lagos artificiais, que devem ser muito fortes para resistir a força da água.
Veja a lista das maiores hidrelétricas do Brasil:

Usina Hidrelétrica de Itaipu - Rio Paraná, 14.000 MW -  Paraná
Usina Hidrelétrica de Belo Monte - Rio Xingu, 11.233 MW -  Pará (aprovado)
Usina Hidrelétrica São Luiz do Tapajós - Rio Tapajós, 8.381 MW -  Pará (projetada)
Usina Hidrelétrica de Tucuruí - Rio Tocantins, 8.370 MW -  Pará
Usina Hidrelétrica de Jirau - Rio Madeira, 3.450 MW -  Rondônia (licitada)
Usina Hidrelétrica de Ilha Solteira - Rio Paraná, 3.444 MW -  São Paulo e  Mato Grosso do Sul
Usina Hidrelétrica de Xingó - Rio São Francisco, 3.162 MW -  Alagoas e  Sergipe
Usina Hidrelétrica Santo Antônio - Rio Madeira, 3.150 MW -  Rondônia (licitada)
Usina Hidrelétrica Paulo Afonso IV - Rio São Francisco, 2.462 MW -  Bahia
Usina Hidrelétrica Jatobá - Rio Tapajós, 2.338 MW -  Pará (projetada)

A maior usina que temos no Brasil é resultado de intensas negociações entre os dois países durante a década de 1960. Em uma operação denominada Mymba Kuera (que em tupi-guarani quer dizer “pega-bicho”), durante a formação do reservatório, equipes do setor ambiental de Itaipu esforçaram-se em percorrer a maior parte da área que seria alagada para salvar centenas de exemplares de espécies de animais da região.


Postado por Luiza Aline Cossul

Carvão mineral


O carvão mineral é um combustível fóssil natural extraído do subsolo por processos de mineração. É um mineral de cor preta ou marrom prontamente combustível. É composto primeiramente por átomos de carbono e magnésio sob a forma de betumes. Dos diversos combustíveis produzidos e conservados pela natureza sob a forma fossilizada, acredita-se ser o carvão mineral o mais abundante.

Começou a ser utilizado em larga escala, como fonte de energia, na época da Revolução Industrial (século XVIII). Nesta época era usado para gerar energia para as máquinas e locomotivas. Até hoje é usado como fonte de energia.
A queima do carvão mineral para gerar energia lança no ar partículas sólidas e gases poluentes. Estes gases atuam no processo do efeito estufa e do aquecimento global. Portanto, o carvão mineral não é uma fonte de energia limpa e deveria ser evitada pelo ser humano. Porém, em função de questões econômicas (em algumas regiões do mundo é uma fonte barata), ainda é muito utilizado para gerar energia eletrica em usinas termo-elétricas.






Fontes: http://www.suapesquisa.com/o_que_e/carvao_mineral.htm
http://pt.wikipedia.org/wiki/Carv%C3%A3o_mineral
Postado por Elisa Fontana

Biocombustíveis

Biocombustível ou agrocombustível é o combustível de origem biológica não fóssil. Normalmente é produzido a partir de uma ou mais plantas. Todo material orgânico gera energia, mas o biocombustível é fabricado em escala comercial a partir de produtos agrícolas como a cana-de-açúcar, mamona, soja, canola, babaçu, mandioca, milho, beterraba.

Tipos de biocombustivel:

*Biodiesel: É feito de óleos vegetais e gorduras animais, para utilização em motores de ignição por compressão (diesel). Produzido por meio de metanol.

Biodiesel é um combustível obtido a partir de óleos vegetais como o de girassol, nabo forrageiro, algodão, mamona, soja e canola, é uma energia renovável e, portanto, uma alternativa aos combustíveis tradicionais, como o gasóleo, que não são renováveis. 
O biodiesel reduz determinadas emissões poluentes e emissões de dióxido de carbono que é o gás responsável pelo efeito estufa que está alterando o clima em escala mundial, promove o desenvolvimento da agricultura nas zonas rurais mais desfavorecidas, criando empregos e evitando a desertificação. O biodiesel apresenta inúmeras vantagens em relação ao diesel comum.
Reduz a dependência energética do nosso País e a saída de divisas pela poupança feita na importação do petróleo bruto.
O biodiesel pode ser utilizado em motores diesel, puro ou misturado com diesel fóssil numa proporção que vai de 1 a 99%.
O processo para a transformação do óleo vegetal em biodiesel chama-se TRANSESTERIFICAÇÃO.
Transesterificação nada mais é do que a separação da glicerina do óleo vegetal. Cerca de 20% de uma molécula de óleo vegetal é formada por glicerina. A glicerina torna o óleo mais denso e viscoso. Durante o processo, a glicerina é removida do óleo vegetal, deixando o óleo mais fino e reduzindo a viscosidade.

Para se produzir o biodiesel, os ésteres no óleo vegetal são separados da glicerina. Os ésteres são a base do biodiesel. Durante o processo, a glicerina é substituída pelo álcool, proveniente to etanol ou metanol. Damos preferência ao etanol por ser menos agressivo que o metanol.

* Biogás é um tipo de mistura gasosa de dióxido de carbono e metano produzida naturalmente em meio anaeróbico pela ação de bactérias em matérias orgânicas, que são fermentadas dentro de determinados limites de temperatura, teor de umidade e acidez.

*Biohidrogénio é a produção de hidrogénio através de processos biológicos.
A produção de bio-hidrogénio combinada com o tratamento de resíduos orgânicos integra os princípios do desenvolvimento sustentado e da minimização e tratamento de resíduos, numa clara aproximação às chamadas tecnologias verdes

* Gás liquefeito de petróleo (GLP): O gás liquefeito de petróleo é uma mistura de hidrocarbonetos, possuindo maior incidência de propano e butano. Pode ser aplicado como combustível em substituição à gasolina, com desempenho similar aos veículos movidos a gás natural.

É um tipo de combustível mais utilizado industrialmente, alimentando empilhadeiras, tratores, máquinas e implementos agrícolas. As frações mais pesadas do gás e suas impurezas produzem maior emissão de hidrocarbonetos que o gás natural, além de possuir manuseio mais perigoso.

* Álcoois: O metanol ou álcool metílico pode ser extraído da madeira, do carvão ou do próprio gás metano.
Tanto o metanol quanto o etanol aplicam-se a motores movidos a gasolina, que costumam equipar veículos leves e médios. A queima desses combustíveis ocorre de maneira mais limpa que a gasolina, produzindo menos hidrocarbonetos e monóxido de carbono, porém, essa queima produz formaldeído, considerado um gás cancerígeno.
Em termos de preço, a produção do etanol é mais cara que a de metanol. No Brasil, a produção de etanol gera como resíduos o bagaço da cana de açúcar e o vinhoto, que é poluente e normalmente é rejeitado a céu aberto, em rios e lagoas, provocando danos ao meio ambiente, embora exista tecnologia capaz de biodigerir o vinhoto e transformá-lo em gás natural.

*O Óleo Vegetal e Querosene: ainda em teste, essa mistura requer cuidado e atenção nas proporções, com resultados inferiores ao Biodiesel. Se mal feito pode causar danos ao motor. Esse método requer um tanque extra no automóvel.

*O Óleo Vegetal Puro: tanto o óleo vegetal usado quanto o novo podem ser usados. Esse método requer modificação no motor, pois é preciso aquecer o óleo vegetal para que ele fique com a mesma consistência e viscosidade que o óleo diesel. É preciso um tanque extra e de um trocador de calor.


Fontes: http://pt.wikipedia.org/wiki/Biocombust%C3%ADvel
http://www.coladaweb.com/quimica/combustiveis/biocombustivel
http://webcache.googleusercontent.com/search?q=cache:1PIjmIucUVgJ:www.biologo.com.br/ecologia/ecologia8.htm+vantagens+do+biocombustivel&cd=4&hl=en&ct=clnk&client=firefox-a
Postado por: Elisa Fontana
Energia azul é a energia obtida da diferença de concentração de sal entre a água do mar e a do rio com o uso de eletrodiálise reversa (EDR) (ou osmose) com membranas específicas para cada tipo de íons. O resíduo deste processo é água salobra.
Quando um rio despeja suas águas no oceano, há uma liberação gigantesca de energia. Coloca-se uma membrana entre dois reservatórios, um com água doce e outro com água do mar. Ela é capaz de reter íons de sal, mas não a água, gerando um fluxo de água em direção à água salgada. Aplica-se uma pressão maior na água salgada, invertendo este processo. A água do mar tem dois tipos diferentes de pequenos componentes: íons do sódio e íons de cloreto, positivos e negativos. E cada conjunto tem dois tipos de membrana. Um deixa passar apenas o íon positivo e outro somente o íon negativo. 


Fontes: http://pt.wikipedia.org/wiki/Energia_azul 

Postado por Elisa Fontana

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Biogás

Transformação de excrementos animais e lixo orgânico, em uma mistura gasosa, que substitui o gás de cozinha, derivado do petróleo.
Biodigestor anaeróbico é um equipamento usado para a produção de biogás, uma mistura de gases, principalmente metano, produzida por bactérias que digerem matéria orgânica em condições anaeróbicas, um biodigestor nada mais é que um reator químico em que as reações químicas têm origem biológica.
O biogás pode ser usado como combustível em substituição do gás natural ou do Gás Liquefeito de Petróleo (GLP), ambos extraídos de reservas minerais. O biogás pode ser utilizado para cozinhar em residências. Pode também ser utilizado na produção rural como, por exemplo, no aquecimento de instalações para animais muito sensíveis ao frio ou no aquecimento de estufas de produção vegetal. Pode ser usado também na geração de energia elétrica, com o uso de geradores elétricos acoplados a motores de explosão adaptados ao consumo de gás. A única desvantagem é que o gás é difícil de ser armazenado.

Fontes:

http://homologa.ambiente.sp.gov.br/biogas/biogas.asp
http://pt.wikipedia.org/wiki/Biogás

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Energia Solar

Ainda pouco explorada no mundo, em função do custo elevado de implantação, é uma fonte limpa, ou seja, não gera poluição nem impactos ambientais. A radiação solar é captada e transformada para gerar calor ou eletricidade.

Vantagens e Desvantagens:
A energia solar não polui durante seu uso. A poluição decorrente da fabricação dos equipamentos necessários para a construção dos painéis solares é totalmente controlável utilizando as formas de controles existentes atualmente.
As centrais necessitam de manutenção mínima.
Os painéis solares são a cada dia mais potentes ao mesmo tempo em que seu custo vem decaindo. Isso torna cada vez mais a energia solar uma solução economicamente viável.
A energia solar é excelente em lugares remotos ou de difícil acesso, pois sua instalação em pequena escala não obriga a enormes investimentos em linhas de transmissão.
Em países tropicais, como o Brasil, a utilização da energia solar é viável em praticamente todo o território, e, em locais longe dos centros de produção energética, sua utilização ajuda a diminuir a demanda energética nestes e consequentemente a perda de energia que ocorreria na transmissão.
Um painel solar consome uma quantidade enorme de energia para ser fabricado. A energia para a fabricação de um painel solar pode ser maior do que a energia gerada por ele.
Os preços são muito elevados em relação aos outros meios de energia.
Existe variação nas quantidades produzidas de acordo com a situação atmosférica (chuvas, neve), além de que durante a noite não existe produção alguma, o que obriga a que existam meios de armazenamento da energia produzida durante o dia em locais onde os painéis solares não estejam ligados à rede de transmissão de energia.
Locais em latitudes médias e altas (Ex: Finlândia, Islândia, Nova Zelândia e Sul da Argentina e Chile) sofrem quedas bruscas de produção durante os meses de inverno devido à menor disponibilidade diária de energia solar. Locais com frequente cobertura de nuvens (Curitiba, Londres), tendem a ter variações diárias de produção de acordo com o grau de nebulosidade.

 Como funciona:
Para podermos utilizar a energia que vem do Sol, precisamos basicamente de três elementos: os módulos fotovoltaicos, os controladores de carga e as baterias. Os módulos fotovoltaicos são construídos a partir de pastilhas de silício mono cristalino. Os raios do sol, ao atingirem o módulo solar, geram, através de um fenômeno denominado efeito fotoelétrico, energia elétrica, que conduzida através de cabos é armazenada em baterias similar a dos automóveis.

Fontes:
http://www.suapesquisa.com/cienciastecnologia/fontes_energia.htm
http://pt.wikipedia.org/wiki/Energia_solar
http://www.planetasolar.com.br/energiasolar.htm
Postado por: Elisa Fontana

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Energia produzida a partir do bagaço da cana é economicamente viável

Usinas autossustentáveis
A produção de energia elétrica através do bagaço de cana-de-açúcar é plenamente viável do ponto de vista econômico e atrativa para as usinas. A afirmação é do contador Paulo Lucas Dantas Filho, do Instituto de  Eletrotécnica e Energia (IEE) da USP. Para ele, além das vantagens ambientais, cria-se uma terceira fonte de renda bastante significativa para os produtores de açúcar e álcool.
A pesquisa foi feita a partir de um estudo de caso onde foram analisadas quatro usinas de cana-de-açúcar na região de Catanduva, no interior de São Paulo. Segundo o pesquisador, o critério adotado foi que as usinas deviam ser autossustentáveis, ou seja, toda energia consumida por ela devia ser produzida a partir do bagaço de cana. Além disso, o excedente energético produzido deveria estar sendo vendido para a concessionária responsável pela distribuição de energia na região.

Energia do bagaço de cana
O processo de produção de energia elétrica a partir do bagaço de cana-de-açúcar é totalmente automatizado e inserido dentro da linha de produção das usinas.
Após a planta ser colhida e levada até a usina, ela passa por três moendas. O produto da primeira moagem vai para a produção de açúcar, na chamada "moagem de 1ª linha". Já na segunda e na terceira moagens o que é produzido é o álcool combustível. O que resta da cana é o bagaço, que é levado por uma esteira até a caldeira que realiza a queima. Depois de passar pelas turbinas e geradores, o vapor produzido na queima gera a energia elétrica.
Com relação ao possível dano ambiental causado pela fumaça produzida na queima do bagaço, Dantas afirma que fuligem produzida é retida em filtros. "Não sobra nada da cana, eles aproveitam tudo. A própria  fuligem acaba se tornando adubo para plantios futuros", completa.
Segundo Dantas, a produção de energia elétrica a partir do bagaço de cana possui diversas vantagens econômicas. Para ele a principal vantagem é que esse processo se torna uma terceira fonte de receita das usinas que a utilizam, podendo gerar até uma quarta fonte renda, a emissão de créditos de carbono sob as regras do Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL), créditos estes comercializáveis em bolsas de valores.
"É um processo natural. Ao gerarem a energia limpa, automaticamente eles estão habilitados para requerem os projetos para certificação de emissão de créditos de carbono. É um caminho natural até", destaca o pesquisador. Como ele mesmo ressalta, porém, não se trata se um processo simples, uma vez que os créditos são emitidos diretamente pela Organização das Nações Unidas (ONU), o que torna a ação algo caro e relativamente demorado, na ordem de 2 a 3 anos. Por outro lado, ele compreende que o investimento inicial para a produção de energia é bastante alto. Segundo suas pesquisas, giram em torno de R$ 1,4 milhão por Megawatt (MW) produzido. As usinas por ele analisadas, por exemplo, produzem entre 40 e 50 MW.
Dantas esclarece que mesmo assim trata-se de um investimento bastante viável uma vez que o tempo de retorno do capital aplicado está entre 5 e 7 anos. "Os investimentos industriais, por exemplo, são da ordem de 12 a 13 anos para retorno de negócio", comenta o contador. Outra vantagem na implantação deste sistema de produção de energia é a venda do excedente para as concessionárias. Dantas destaca que são contratos de longo prazo, da ordem de 20 anos, o que garante uma fonte de renda muito menos vinculada às oscilações de mercado.

Potencial de energia do bagaço da cana
Dantas explica que há poucas perdas de energia, se comparado com a eletricidade produzida nas grandes usinas. "Como a energia produzida vai para as centrais de distribuição de cidades próximas, há muito menos perda", garante. Além disso, o período de safra da cana, de março a novembro, coincide com as épocas em que a oferta hidrelétrica é normalmente menor, por causa da diminuição das chuvas.
Para o pesquisador, o principal diferencial do aproveitamento do bagaço da cana é a importância ser uma energia renovável que pode contribuir com a redução na emissão de gases que provocam o efeito estufa. Ele acredita ainda que o potencial de produção de energia deve aumentar nos próximos anos por dois motivos. O primeiro está ligado a evolução tecnológica. Mesmo com um possível aumento de custos o aumento da produtividade compensaria os gastos com investimento. O segundo está na redução das queimadas no momento do corte da cana.
No caso de São Paulo, por exemplo, uma resolução estadual obriga que, até 2017, as queimadas sejam extintas, o que possibilitaria o aproveitamento da palha e da ponta da cana-de-açúcar, perdidas nesse modelo de colheita. "A matéria-prima (bagaço) somada à ponta e à palha tende a aumentar em 30% a capacidade de produção de energia", completa Dantas.

Matéria originalmente publicada em:
http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=energia-produzida-partir-bagaco-cana-economicamente-viavel&id=010175090810

domingo, 1 de agosto de 2010

Energia Geotérmica


Pode-se dizer que a energia geotérmica é uma das mais antigas, existe desde que o nosso planeta foi criado e provem do calor que sai da Terra.
Abaixo da crosta terrestre, ou seja, a camada superior do manto é constituída por uma rocha líquida, o magma. Por vezes, o magma quebra a crosta terrestre chegando à superfície, originando assim um vulcão, e o magma passa a chamar-se lava. Em cada 100 metros de profundidade a temperatura aumenta 3°C.
A água contida nos reservatórios subterrâneos pode aquecer ou até mesmo ferver quando contacta a rocha quente. A água chega a atingir até 148°C. Há locais denominados furnas em que a água quente sobe até a superfície terrestre, está é utilizada para aquecer piscinas no inverno, casas, prédios e até para gerar eletricidade.
Em alguns locais do planeta, existe tanto vapor e água quente que é possível produzir energia elétrica. Abrem-se buracos fundos no chão até chegar aos reservatórios de água e vapor, estes são drenados até á superfície por meio de tubos e canos apropriados. Através destes tubos o vapor é conduzido até á central elétrica geotérmica. Tal como numa central elétrica normal, o vapor faz girar as lâminas da turbina como uma ventoinha. A energia mecânica da turbina é transformada em energia elétrica através do gerador. A diferença destas centrais elétricas é que não é necessário queimar um combustível para produzir eletricidade.
Após passar pela turbina o vapor é conduzido para um tanque onde vai ser arrefecido. O fumo branco que se vê na figura é o vapor a transformar-se novamente em água no processo de arrefecimento. A água é de novo canalizada para o reservatório onde será naturalmente aquecida pelas rochas quentes.
Fontes: http://www.abcdaenergia.com/enervivas/cap04.htm
http://www.fem.unicamp.br/~em313/paginas/geoter/geoter.html
Postado por: Brenda Leidens

Energia super verde: Hidrogênio é gerado com som e água

Cientistas criaram um novo tipo de cristal que, quando mergulhado em água, absorve as vibrações do ambiente, criando fortes cargas negativas e positivas em suas extremidades.
As cargas elétricas são suficientes para quebrar as moléculas de água ao redor, liberando hidrogênio e oxigênio.
Esquema do funcionamento do sistema


Parece bom demais para ser verdade: os cristais podem aproveitar uma espécie de poluição - o barulho e as vibrações das ruas e estradas, por exemplo - para gerar o mais verde dos combustíveis, o hidrogênio, que pode abastecer carros ou usinas elétricas liberando apenas água como resíduo.
"É uma espécie de almoço grátis," explica o Dr. Huifang Xu, da Universidade de Wisconsin-Madison, nos Estados Unidos. "Você captura energia do ambiente da mesma forma que as células solares capturam energia a partir da luz do Sol."

Efeito piezoeletroquímico
A fotossíntese artificial é um objetivo longamente perseguido pelos cientistas. Recentemente cientistas do MIT utilizaram até um vírus para quebrar as moléculas de água e gerar hidrogênio.
Xu e seus colegas adotaram uma via muito mais simples: eles geraram hidrogênio usando uma nova variedade de cristais piezoelétricos, materiais que geram energia quando pressionados e que estão sendo largamente estudados como uma forma de gerar eletricidade a partir do movimento.
Os novos cristais, contudo, feitos de óxido de zinco, foram projetados para operaram submersos, de forma que a eletricidade que geram, em vez de ser transportada por um fio, é liberada diretamente na água, quebrando as moléculas e liberando o oxigênio e o hidrogênio.
Os pesquisadores batizaram o novo fenômeno de efeito piezoeletroquímico.

Energia das vibrações
Ao crescerem, os cristais assumem a forma de finas microfibras altamente flexíveis. Uma vibração, oriunda de ondas sonoras, por exemplo, é suficiente para dobrá-las, fazendo-as gerar eletricidade.
Os pesquisadores demonstraram que vibrações ultrassônicas fazem as fibras piezoeletroquímicas curvarem suas extremidades entre 5 e 10 graus, criando um campo elétrico com uma tensão suficiente para quebrar as moléculas de água, liberando oxigênio e hidrogênio.
A taxa de eficiência das microfibras de óxido de zinco atinge 18%, medida em termos de sua capacidade de converter as vibrações em energia contida nas moléculas de hidrogênio produzidas. Os cristais piezoelétricos tradicionais apresentam uma taxa de conversão de 10%.
Para aproveitar as vibrações disponíveis em cada ambiente, basta crescer fibras de tamanhos variados, que se tornam sensíveis a frequências diferentes.

Matéria Originalmente publicada em:
http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=energia-super-verde-hidrogenio&id=010115100430 
Postado por: Thiago Subilhaga

quinta-feira, 29 de julho de 2010

Energia das Marés


As ondas e formam a partir da ação dos ventos sobre a superfície do mar. Uma vez formadas, elas viajam pelo alto - mar até encontrar as águas comparativamente mais rasas, próximas a terra. Nesse encontro, a base das ondas começa a sofrer certa resistência. Isso faz aumentar sua altura. À medida que o fundo se torna mais raso, a crista da onda, que não está sujeita a essa resistência, tende a prosseguir com maior velocidade. Vale lembrar que quanto mais rochoso o fundo do mar, mais alta será a onda.
Também conhecida como energia da marola, a energia das marés é a energia cinética (movimento) da água do mar, provocada pela subida e descida das marés. Existem por dia duas marés-altas e duas marés-baixas. Estas marés são o resultado do movimento da Lua em torno da Terra e sofrem também a influencia do movimento da Terra em torno do Sol. 
Este tipo de energia é utilizado em alguns países para gerar eletricidade, tais como: França (onde se localiza a pioneira La Rance), Japão e Inglaterra. Na França,1967, fora construída a primeira central mareomotriz, ligada à rede nacional de transmissão. Uma barragem de 750 metros de comprimento, equipada com 24 turbinas, fecha a foz do rio Rance, na Bretanha, noroeste da França. Com a potência de 240 megawatts (MW), ou 240 mil quilowatts (kW), suficiente para a demanda de uma cidade com 200 mil habitantes.
Esta energia é obtida através de barragens construídas em áreas costeiras "afetadas" por marés. As barragens bloqueiam e controlam o movimento das marés, que vão acionar turbinas especiais, que retêm a água que entra na maré-alta, libertando-a mais tarde, na maré baixa.

Vantagens e desvantagens:
As principais vantagens deste tipo de energia é o fato de ser uma energia renovável, sendo assim não poluente e causando pouco impacto ambiental.
A desvantagem de utilizar a energia das marés na obtenção de energia é que o fornecimento não ser continuo apresentado assim baixo rendimento.

Fontes: http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/energia-das-mares/index.php
http://o-blog-verde.blogs.sapo.pt/3548.html
http://fotos.sapo.pt/yI2ZfPWHT4T7IaI87zA9
Postado por: Brenda Leidens

sábado, 17 de julho de 2010

Energia Eólica

Como o próprio nome já diz energia eólica é aquela produzida pela transformação da energia cinética em energia elétrica. O vento constitui uma imensa fonte de energia natural.
Atualmente a energia eólica é muito usada no mundo. Nos últimos anos vem evoluindo cada vez mais, mostrando-se uma fonte geradora de grande importância para o Brasil. 
A energia eólica é uma energia renovável e de baixo impacto ambiental por não ter emissões de gás, nem utilizar bens naturais como à água. Sua ocupação no solo também é relativamente pouca, o equipamento preenche 1% da área da usina eólica, e o restante pode ser ocupado para a lavoura ou pastagem, sem prejudicar as plantas ou animais. Uma habitação humana pode se localizar a uma distância de 400 metros sem causar transtornos sonoros.
Um aerogerador é um gerador elétrico movido por uma hélice, que por sua vez é movida pela força do vento. A hélice pode ser vista como um motor cujo único combustível é o vento.
A quantidade de energia gerada pelo vento varia de acordo com as estações e o horário do dia. A topografia e a rugosidade do solo também têm grandes influencias na distribuição de freqüência de velocidade do vento em um único local, como também dependem as características do desempenho, altura de operação e espaço horizontal dos sistemas de conversão instalados para considerarmos a quantidade de energia eólica extraível de certo aerogerador.
As turbinas são, em princípio, instrumentos razoavelmente simples. O gerador é ligado através de um conjunto acionador a um rotor constituído de um cabo e duas ou três pás. O vento aciona o rotor fazendo girar o gerador que produz eletricidade. Já existem máquinas com protótipos de 4.500 kW de potência e 100m de diâmetro e 120m de torre, quando essas se tornarem viáveis, uma única turbina será capaz de sustentar 21 mil consumidores residenciais.
A qualidade de energia depende fundamentalmente do tipo de gerador utilizado (assíncrono ou síncrono) e a sua regulação. Se a rede elétrica onde a usina é conectada, for forte, a variação de tensão da energia será pouco percebida. Ao contrario, se a rede for fraca, está variação poderá ocasionar forte flutuação de tensão da energia elétrica ao longo da rede.
A energia anual gerada por uma turbina de 600kW evita, em média, a emissão de 1200 toneladas de CO2 por ano, que seria gerada por um central diesel elétrica.
A energia produzida por uma turbina eólica durante sua vida útil, que é de 20 anos, é oito vezes maior que a quantidade de energia usada para construí-la, mantê-la, opera-la, desmonta-la e recupera-la totalmente.
A energia eólica é uma das primeiras formas de energia que se tem conhecimento, empregado para barcos a vela. Em terra, os primeiros moinhos de vento talvez tenham aparecido da Pérsia por volta de 700 d.C.. No fim da idade média também foi muito usada pelos navegadores e pelos holandeses para drenar regiões alagadas. Porém seu maior aproveitamento veio na segunda metade do século XX, por ser considerada uma fonte alternativa de energia, ganhando destaque por não afetar o meio ambiente.
No Brasil uma das primeiras usinas a entrar em operação comercial, foi a de Fernando de Noronha, e hoje já temos varias em operação, principalmente no Estado do Ceará.
Os maiores aproveitamentos dessa fonte de energia se localizam nas regiões litorâneas, devido ao maior potencial e regularidade do vento.
A Petrobras investiu em três parques eólicos: o primeiro em Macau, no Rio Grande do Norte, com capacidade de produzir 1,8 MW, e dois nos estados do Rio de Janeiro e do Rio Grande do Sul, com capacidade entre 3 mW e 4 mW cada.
Um dos maiores problemas deste sistema de produção elétrica é que o vento não sopra com intensidade igual por todo o ano, sendo mais intenso no verão e menos no inverno. Outra dificuldade é o vento precisar atingir 20 km/hora para girar a turbina em velocidade suficiente.

Fontes: 
www.fcmc.es.gov.br/download/Energia_meioambiente.pdf
http://www.fcmc.es.gov.br/download/Energia_meioambiente.pdf
www.abcdaenergia.com/enervivas/cap10.htm
www.portalsaofrancisco.com.br/.../meio-ambiente-energia-eolica/
Postado por: Luiza Aline Cossul